Partida
O público prestigiou uma partida abaixo da expectativa inicial, pois as equipes entraram pouco dispostas, com baixa técnica, e muita marcação. O desenho tático das equipes não favorecia grandes jogadas e lances de emoção à partida, e o empate em um a um foi inevitável – com dois gols marcados no final do segundo tempo. O empate é benéfico para ambas as equipes que habitam a zona do G8 e estariam classificadas para a segunda fase.
As imperfeições técnicas e a falta de desenvoltura de algumas peças foram elementos preponderantes durante toda partida. O Paraná atuando no sistema 3-5-2, teve as melhores investidas quando explorava as laterais, mas não tinha a competência e eficiência para promover grandes jogadas ofensivas, sendo complacente com a marcação dura e segura do time de Leandro Niehues, que colocava o time tricolor na roda.
O J. Malucelli pecou na primeira etapa pelo excessivo número de faltas, e o árbitro foi conivente com o panorama apresentado na primeira etapa sem coibir com cartões amarelos. A arbitragem pecou na parte técnica e disciplinar, com critérios errôneos.
O Paraná conquistou seu quinto resultado positivo e tentou a proeza de conquistar a terceira vitória seguida, agora o tricolor está próximo de garantir a classificação antecipada, caso derrote, também, o Real Brasil na Vila, no sábado.
O Jotinha em compensação mostra que adquiriu seu melhor padrão de jogo e atinge a marca de cinco resultados positivos, nesses incluem-se as goleadas sobre Toledo e Portuguesa com placares superiores a cinco gols.
Na segunda etapa a baixa qualidade técnica do confronto foi compensada pela confiança e determinação das equipes.
Enquanto o Jotinha apresenta suas melhores jogadas nos contra-ataques, o Paraná não consegue superar a marcação.
O Paraná marcou aos 40 do segundo tempo quando André Luis cruzou, Colombo golpeou errado a bola, que bateu no poste e na sobra Paulo Massaro cabeceou para o fundo das redes.
Mas o Paraná relaxou, e menos de um minuto depois Rodrigo Crasso empatou num chute cruzado.
Final de partida e decepção para os 2.456 torcedores que pagaram. Em compensação o Paraná, com o resultado, deixa a nona colocação e assume o sétimo posto, no Paranaense. Agora o tricolor encara o Real Brasil, na Vila Capanema.
Análise dos Treinadores
O treinador Leandro Niehues, ao final da partida, comemorou o resultado e ressaltou a ascensão do Paraná, atribui o ponto somado na tábua de classificação mediante o aperfeiçoamento técnico, tático e físico adquirido.
Apesar do início irregular, a equipe colhe bons frutos nesse fechamento de primeira fase. Agora a equipe do Jotinha encara o Atlético Paranaense, no eco-estádio, no domingo.
O treinador Paulo Bonamigo segue invicto, ressaltando qualidades do adversário, mas abatido, durante a coletiva, diz que esperava a vitória. As situações que foram criadas não se converteram em gols, esse fator foi preponderante durante a partida. A maturidade é elemento essencial para Paulo Bonamigo e alerta que será necessário na decorrência da competição. “Tivemos bons chutes, exploramos os lados do campo, porém marcamos um pouco a distância e deixamos eles criarem alguns lances perigosos”, salientou. A velocidade e dinâmica são diferenças das equipes. Questionado sobre as oportunidades desperdiçadas no ataque, Bonamigo se mostra seguro e crê no desenvolvimento de técnicas dos atacantes e está convicto de que os gols irão sair naturalmente. Ele pede uma regularidade dos jogadores.
As imperfeições técnicas e a falta de desenvoltura de algumas peças foram elementos preponderantes durante toda partida. O Paraná atuando no sistema 3-5-2, teve as melhores investidas quando explorava as laterais, mas não tinha a competência e eficiência para promover grandes jogadas ofensivas, sendo complacente com a marcação dura e segura do time de Leandro Niehues, que colocava o time tricolor na roda.
O J. Malucelli pecou na primeira etapa pelo excessivo número de faltas, e o árbitro foi conivente com o panorama apresentado na primeira etapa sem coibir com cartões amarelos. A arbitragem pecou na parte técnica e disciplinar, com critérios errôneos.
O Paraná conquistou seu quinto resultado positivo e tentou a proeza de conquistar a terceira vitória seguida, agora o tricolor está próximo de garantir a classificação antecipada, caso derrote, também, o Real Brasil na Vila, no sábado.
O Jotinha em compensação mostra que adquiriu seu melhor padrão de jogo e atinge a marca de cinco resultados positivos, nesses incluem-se as goleadas sobre Toledo e Portuguesa com placares superiores a cinco gols.
Na segunda etapa a baixa qualidade técnica do confronto foi compensada pela confiança e determinação das equipes.
Enquanto o Jotinha apresenta suas melhores jogadas nos contra-ataques, o Paraná não consegue superar a marcação.
O Paraná marcou aos 40 do segundo tempo quando André Luis cruzou, Colombo golpeou errado a bola, que bateu no poste e na sobra Paulo Massaro cabeceou para o fundo das redes.
Mas o Paraná relaxou, e menos de um minuto depois Rodrigo Crasso empatou num chute cruzado.
Final de partida e decepção para os 2.456 torcedores que pagaram. Em compensação o Paraná, com o resultado, deixa a nona colocação e assume o sétimo posto, no Paranaense. Agora o tricolor encara o Real Brasil, na Vila Capanema.
Análise dos Treinadores
O treinador Leandro Niehues, ao final da partida, comemorou o resultado e ressaltou a ascensão do Paraná, atribui o ponto somado na tábua de classificação mediante o aperfeiçoamento técnico, tático e físico adquirido.
Apesar do início irregular, a equipe colhe bons frutos nesse fechamento de primeira fase. Agora a equipe do Jotinha encara o Atlético Paranaense, no eco-estádio, no domingo.
O treinador Paulo Bonamigo segue invicto, ressaltando qualidades do adversário, mas abatido, durante a coletiva, diz que esperava a vitória. As situações que foram criadas não se converteram em gols, esse fator foi preponderante durante a partida. A maturidade é elemento essencial para Paulo Bonamigo e alerta que será necessário na decorrência da competição. “Tivemos bons chutes, exploramos os lados do campo, porém marcamos um pouco a distância e deixamos eles criarem alguns lances perigosos”, salientou. A velocidade e dinâmica são diferenças das equipes. Questionado sobre as oportunidades desperdiçadas no ataque, Bonamigo se mostra seguro e crê no desenvolvimento de técnicas dos atacantes e está convicto de que os gols irão sair naturalmente. Ele pede uma regularidade dos jogadores.

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