Quem não gostaria de ter Denílson, Athirson, Roque Júnior, Pedrinho, Sorín ou Gustavo Nery (foto/esq.) em sua equipe? Mas a contratação de “medalhões” com mais de 30 anos, os “experientes em fim de carreira” está sendo motivo de cautela por diversos clubes brasileiros. Os “chinelinhos” podem render pouco e ganhar fortunas. Então a nova tendência mercadológica adotada é o contrato de produtividade, antigamente conhecido como “contrato de risco”.
A fama não é o bastante para o jogador garantir a continuidade do trabalho dentro do clube. Assim, a dedicação e eficácia nas quatro linhas serão essenciais para garantir o salário no fim do mês. O risco é grande na contratação de atletas que são indisciplinados, estão fora de forma ou aqueles que estão em fase de recuperação – muitos deles com um histórico de contusões.
O contrato de produtividade funciona da seguinte forma: o atleta assina um contrato com salário fixo, baixo, e ganha um extra a cada partida em que estiver em campo. O Vasco da Gama, o Palmeiras, a Portuguesa, O Internacional e o Cruzeiro são exemplos de clubes que adotaram o contrato de produtividade para alguns de seus jogadores. No Vasco os jogadores são Pedrinho, Odvan, Fernando, Johnny, André e Serginho. No Palmeiras o caso mais recente é o de Roque Junior. A Portuguesa conta com o Athirson, o Cruzeiro com Sorín e, por fim, o Inter com Gustavo Nery.
Qual sua opinião sobre os "medalhões" com contrato de produtividade no futebol?


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