Presidente do COI ridicularizou idéia de Pequim
As máscaras de poluição são consideradas inúteis pelo presidente do Cômite Olímpico Internacional (COI), o belga Jacques Rogge. Ele espera que Pequim apresente o relatório que resolver de forma mais rápida o problema de poluição do país, e desaconcelha os atletas de competirem com máscaras.
“O Relatório unânime elaborado pela comissão médica do COI mostra que as máscaras não sao eficientes”, disparou Rogge, em entrevista ao jornal britânico Evening Standard. Acrescentou ainda que os últimos dados relativos aos índices de poluição registrados na China convenceram a comissão médica do COI de que os atletas não são beneficiados pelo uso de máscaras.
As descobertas do COI serão examinadas pela Associação Olímpica Britânica (BOA, na sigla em inglês), que despertou polêmica ao considerar o uso de máscaras especiais pelos atletas britânicos durante os Jogos, postura que não agradou os organizadores do evento.
Rogge deu seu parecer depois de o corredor etíope Haile Gebrselassie, que é asmático, ter anunciado que provavelmente não competirá na maratona dos Jogos de Pequim devido ao ar poluído da cidade.
Atual recordista mundial da maratona, Gebrselassie tem "99% de chances de não correr" na prova em agosto na China "por causa da umidade e da poluição", segundo confirmou nesta semana seu empresário Jos Hermens.
Legado em desuso
O legado deixado, quase oito meses depois do evento do Panamericano 2007, não está sendo aproveitado.
O valor estimado dos jogos consumiu cerca de R$ 4 bilhões, superando o orçamento inicial de R$ 414 milhões. Na época a defesa das autoridades era que os investimentos trariam benefícios para a evolução esportiva e capacitação dos atletas, e socioeconomicamente pro estado seria importante, assim como para o país.
Entretanto, os locais que deveriam ser celeiros e locais de treinamentos de atletas de alto nível, apresentam pouco retorno financeiro, inviabilidades para manter abertas várias instalações utilizadas no Pan. Além, dos projetos governamentais que não saíram do papel e das reuniões esporádicas entre autoridades do esporte. O caso mais evidente, o Parque Aquático Maria Lenk. O Velódromo da Barra, por exemplo, custa à prefeitura carioca R$ 80 mil mensais.
Presidente da Conmebol citado em falência da ISL
A Confederação Sul-Americana de Futebol (CSF) considera improcedentes as acusações feitas sobre possíveis subornos, feitas de uma suposta conta bancária secreta, contra o presidente da entidade, o paraguaio Nicolás Leoz. Nesta terça-feira foram apresentadas como prova no julgamento sobre a quebra da empresa suíça ISL, que explorava os direitos de marketing e imagem da Fifa (ex-sócia).
Leoz, paraguaio de 79 anos, é membro do comitê executivo da Fifa e preside a Conmebol desde 1986.
A ISL, que administrada a venda dos direitos de imagem das competições da Fifa, quebrou em 2001 e chegou a colocar em perigo a disputa da Copa do Mundo de 2002. No primeiro dia do julgamento aberto em Zug(Suíça) contra seis diretores desta empresa a acusação apresentou como prova os pagamentos que teriam sido realizados pelo presidente da CSF entre janeiro e maio de 2000 por meio de um banco de Liechtenstein.
Estes subornos, que tinham como objetivo garantir contratos vantajosos desta empresa com a Fifa, chegariam a um total de US$ 130 mil (aproximadamente R$ 221 milhões).
"A Conmebol emitiu um comunicado em setembro de 2006. A partir desse dia em que assentou-se a postura em defesa da instituição, nada mudou", disse o porta-voz da organização, Néstor Benítez.
O comunicado afirma também que "nenhum membro da instituição recebeu dinheiro de tal empresa (ISL), não mantendo, desde então, qualquer vínculo comercial com ela.
A nota foi assinada pelo secretário-geral da entidade, Eduardo Deluca, pelo vice-presidente Eugenio Figueredo e pelo tesoureiro Romer Osuna, que fizeram parte do comitê de urgência da Conmebol.
Néstor Benítez, porta-voz da entidade, afirmou que a CSF tomou uma posição oficial com aquele comunicado. Além disso, acrescentou que na "ocasião se prestou contas a tal efeito" para a comissão Executiva da CSF.
Abraços,
Gabriel Bozza
As máscaras de poluição são consideradas inúteis pelo presidente do Cômite Olímpico Internacional (COI), o belga Jacques Rogge. Ele espera que Pequim apresente o relatório que resolver de forma mais rápida o problema de poluição do país, e desaconcelha os atletas de competirem com máscaras.
“O Relatório unânime elaborado pela comissão médica do COI mostra que as máscaras não sao eficientes”, disparou Rogge, em entrevista ao jornal britânico Evening Standard. Acrescentou ainda que os últimos dados relativos aos índices de poluição registrados na China convenceram a comissão médica do COI de que os atletas não são beneficiados pelo uso de máscaras.
As descobertas do COI serão examinadas pela Associação Olímpica Britânica (BOA, na sigla em inglês), que despertou polêmica ao considerar o uso de máscaras especiais pelos atletas britânicos durante os Jogos, postura que não agradou os organizadores do evento.
Rogge deu seu parecer depois de o corredor etíope Haile Gebrselassie, que é asmático, ter anunciado que provavelmente não competirá na maratona dos Jogos de Pequim devido ao ar poluído da cidade.
Atual recordista mundial da maratona, Gebrselassie tem "99% de chances de não correr" na prova em agosto na China "por causa da umidade e da poluição", segundo confirmou nesta semana seu empresário Jos Hermens.
Legado em desuso
O legado deixado, quase oito meses depois do evento do Panamericano 2007, não está sendo aproveitado.
O valor estimado dos jogos consumiu cerca de R$ 4 bilhões, superando o orçamento inicial de R$ 414 milhões. Na época a defesa das autoridades era que os investimentos trariam benefícios para a evolução esportiva e capacitação dos atletas, e socioeconomicamente pro estado seria importante, assim como para o país.
Entretanto, os locais que deveriam ser celeiros e locais de treinamentos de atletas de alto nível, apresentam pouco retorno financeiro, inviabilidades para manter abertas várias instalações utilizadas no Pan. Além, dos projetos governamentais que não saíram do papel e das reuniões esporádicas entre autoridades do esporte. O caso mais evidente, o Parque Aquático Maria Lenk. O Velódromo da Barra, por exemplo, custa à prefeitura carioca R$ 80 mil mensais.
Presidente da Conmebol citado em falência da ISL
A Confederação Sul-Americana de Futebol (CSF) considera improcedentes as acusações feitas sobre possíveis subornos, feitas de uma suposta conta bancária secreta, contra o presidente da entidade, o paraguaio Nicolás Leoz. Nesta terça-feira foram apresentadas como prova no julgamento sobre a quebra da empresa suíça ISL, que explorava os direitos de marketing e imagem da Fifa (ex-sócia).
Leoz, paraguaio de 79 anos, é membro do comitê executivo da Fifa e preside a Conmebol desde 1986.
A ISL, que administrada a venda dos direitos de imagem das competições da Fifa, quebrou em 2001 e chegou a colocar em perigo a disputa da Copa do Mundo de 2002. No primeiro dia do julgamento aberto em Zug(Suíça) contra seis diretores desta empresa a acusação apresentou como prova os pagamentos que teriam sido realizados pelo presidente da CSF entre janeiro e maio de 2000 por meio de um banco de Liechtenstein.
Estes subornos, que tinham como objetivo garantir contratos vantajosos desta empresa com a Fifa, chegariam a um total de US$ 130 mil (aproximadamente R$ 221 milhões).
"A Conmebol emitiu um comunicado em setembro de 2006. A partir desse dia em que assentou-se a postura em defesa da instituição, nada mudou", disse o porta-voz da organização, Néstor Benítez.
O comunicado afirma também que "nenhum membro da instituição recebeu dinheiro de tal empresa (ISL), não mantendo, desde então, qualquer vínculo comercial com ela.
A nota foi assinada pelo secretário-geral da entidade, Eduardo Deluca, pelo vice-presidente Eugenio Figueredo e pelo tesoureiro Romer Osuna, que fizeram parte do comitê de urgência da Conmebol.
Néstor Benítez, porta-voz da entidade, afirmou que a CSF tomou uma posição oficial com aquele comunicado. Além disso, acrescentou que na "ocasião se prestou contas a tal efeito" para a comissão Executiva da CSF.
Abraços,
Gabriel Bozza

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