Enfim, os quatro melhores classificados iniciam a fase derradeira da competição, as semifinais. Atlético, Coritiba, Paraná e Toledo são os quatro classificados que brigarão por duas vagas. E, na partida inaugural, o Atlético entra em campo contra o Toledo, o primeiro jogo será nesta tarde, às 16h, na Arena da Baixada. O jogo da volta será no oeste do estado, e enfrentará o Toledo que não perdeu nenhuma de suas partidas disputadas no estádio XIV de Dezembro. E a outra semifinal, o clássico Paratiba, será disputada amanhã, no Couto Pereira. E o jogo da volta na Vila Capanema.
As equipes irão se enfrentar, deixando a mostra quais delas estão mais entrosadas e apresentando uma evolução na competição.
Na Arena, o Atlético terá o retorno do experiente atacante Marcelo Ramos, que cumpriu suspensão automática, e também do jovem atacante William que ganha nova oportunidade. Vale ressaltar que essa dupla venceu o confronto contra o Toledo, na primeira fase da competição, por quatro a um, na Arena.
Esperamos que o árbitro Edivaldo Elias da Silva, escalado para o confronto na Arena, não seja estrela da partida e prejudique o bom futebol. Já que o quadro atual da arbitragem paranaense é lastimável.
No jogo de amanhã entre Coritiba e Paraná, o experiente Héber Roberto Lopes apitará o clássico. Ele que foi aprovado no meio da semana, no teste físico realizado pela CBF em Santa Catarina. Ele que foi anteriormente reprovado aqui noParaná, após sentir a coxa durante um dos testes de velocidade.
Apito a parte, o clássico promete ser emocionante. Se o Paraná teve uma semana de preparação para o clássico, esse privilégio não ocorreu para os alviverdes. O Coritiba jogou no meio de semana, contra o São Caetano, pela Copa do Brasil, e foi eliminado prematuramente no Couto Pereira por uma equipe que atuava com nove atletas.
Se o fator psciológico irá interferir nos jogadores do Coritiba, saberemos amanhã. Mas, a desclassificação de quarta-feira, pode fazer com que os atletas coxas-brancas demonstrem que a saída da competição nacional foi um acidente de percursso. Uma vitória pode deixar o Coxa mais perto da competição. Se em compensação o Coritiba jogou enquanto o Paraná treinava.
Medida esdrúxula
O Atlético por meio de nota oficial, confirmou que vai cobrar das emissoras radiofônicas o valor de R$ 15 mil por partida ou R$ 456 mil pelo pacote de 38 jogos do time no Campeonato Brasileiro. A medida é válida tanto para todas emissoras, sejam paranaenses ou brasileiras, que queiram transmitir os jogos do time rubro-negro. Os valores serão cobrados em todas as partidas realizadas pelo Atlético, na Arena ou em outras praças esportivas pelo Brasil.
A política atleticana gerou polêmica em outros estados e pode significar um afastamento de seu torcedor do futebol apresentado por seu clube, principalmente daqueles mais humildes. O descontentamento das emissoras pode render um boicote ao valor irrisório que é exigido.
A diretoria atleticana alegou que o artigo 42 da Lei Pelé, permite ao clube cobrar das emissoras um valor fixo pela transmissão de suas partidas. Uma medida idêntica foi adotada em Santa Catarina, mas a justiça derrubou.
Agora espera-se que a cúpula rubro-negra repense sobre esse ato e permita o trabalho da imprensa. Pois, os maiores prejudicados são os torcedores do time.
A renda mensal das rádios curitibanas não chega a R$ 10 mil mensais, assim nenhuma delas têm condições de desembolsar o montante exigido para a transmissão de uma única partida.
Basta compararmos o valor desembolsado pela Rádio Banda B da capital, que transmitiu a última Copa do Mundo, na Alemanha, em 2006. O custo de todos os jogos foi de RS 120 mil.
Existe essa tendência de cobrança, mas o Atlético precisa rever esses valores que estaão fora da realidade nacional.
Abs,

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